quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Eu te vejo

Tens tamanha sensibilidade
para o sofrer
de quem está a teu lado;
demonstras enorme boa vontade
para acolher
o amigo que pede teu cuidado...

Reconheço tua generosidade,
os braços abertos para receber
quem sofre por ter sido abandonado.
Entretanto, também vejo
que sofres, mas, por pejo,
deixas tudo escondido,
até como se sequer tivesses sentido
a dor e a perda da ilusão.

Sei que são antigas feridas,
algumas nem são desta vida.
Porém, elas estão em tua memória,
integram tua história
e é por isso que quero registrar,
aconselhar, sugerir:
- Que tal usar em teu próprio favor
tudo o que sabes fazer de melhor?
Que tal pensar mais em ti,
reconhecer teus limites, refletir?
Pois se há o tempo de acolher,
há, também, o de receber abrigo.
Há o tempo de escutar
e também o de ser ouvido...

N.A.: eu havia escrito esse Recado em 26/10. Ao ler a canalização da minha amiga Maria Sílvia Orlovas, postada em 11/11, decidi que o publicaria.
Penso que é bem pertinente à mensagem, ou seja, quem sabe se buscarmos a nossa própria consciência tenhamos mais clareza em relação à vida nesse nosso mundo objetivo, harmonizando-a com nossa vida espiritual?
"...quando soltamos as nossas cascas, a verdadeira luz aparece de dentro de nós – a luz da compreensão."
Fica a sugestão de reflexão...
Bjs da Fran

Veja a canalização completa em:
http://mariasilviaporlovas.blogspot.com.br/2015/11/maria-padilha-aqueles-que-sao.html